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9 de fev de 2011

Folha esquecida da velha agenda...1992


Menina, minha sempre pequenina.
Nesse teu ciúme não existe um fundamento.
Nem a mínima verdade para que possas te torturar.

Por isso aceito, mesmo nessa tua repentina partida,
nesse adeus de agora, que dizes um definitivo final,
com esse teu sorriso sem graça "de estou indo".

Mas te aviso, com o coração ainda acelerado,
minha poesia jamais irá te abandonar...

Essa é a minha verdade que muito te brindei,
em nossa noite, naquela noite, que de tão triste,
nem consegui chorar versos de amor para você...

Menina, quando a saudade te procurar
e sangrar teus sonhos e teu peito arder,
faz assim, devargar, sem pressa,
procure no coração minhas letras
e acreditando nesses versos,
vais saber o quanto te amei.

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2 comentários:

Tania disse...

Não sejas malvado poeta!!!

Anônimo disse...

isso me serviria muito bem em 1977, rs